Poeira estrelar


Vago coração de poeira estrelar
Quase que pára ao som do vento
Aproxima-se em movimento,
Quase para se entregar

Passam dias, anos, séculos,
Sem voltar a recordar.
E ouve-se sussurrar
Uma melodia no crepúsculo.

Mas o vento passa... e deixo de existir.
As mãos ávidas; o corpo lasso,
Faz exprimir todo o cansaço,
Em existir.

Álvaro Machado - 15:09 - 07-06-2012

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