Vontade absorta




Como passo neste enleio,
Vou sempre em cismo:
Será este o destino,
Será esta a história?

Volto sempre ao local de partida
De onde Deus me viu nascer...
Desconhece-me do tempo,
Reconhece-me do espaço...

Retorno à casa que me acolheu
Com derrocadas ensurdecedoras
- E aquele escombro já foi meu,
Por tantas e tantas horas!

Como passo nesta floresta húmida
Penso do que será a minha vida
Quando por aqui não passar...
(Destino? Eu quero acreditar...)

Álvaro Machado – 16:34 – 25-12-2012

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