Nada igual a si


Sol que nasce e que nos ilumina,
Lua que vem e que nos abandona,
Tudo tem de vir, tudo tem de partir,
Connosco nunca pode ficar.

O que vimos é apenas por pouco tempo;
Nunca vimos da maneira que anteriormente havíamos visto,
Nunca sentimos como havíamos sentido outrora
- Nós próprios não somos quem éramos.

Tudo vem, tudo vai, como nós
Que não somos mais que uma paisagem
Cheia de recordações e de imagens
Inerentes à alma.

Que se leva, afinal, desta vida?


Álvaro Machado - 00:38 - 10-06-2013

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Jorge de Sena - Uma pequenina luz bruxuleante

Da outra margem!

Barco infantil