Sem nunca perguntar




Sempre turbulento o meu olhar...
Sempre sofrido o meu sentir…
Que caminho hei-de, então, tomar
Se eu não sei por onde ir?

Como acordo sem saber,
Deito-me sem perguntar
O que me irá acontecer
Quando mais não poder navegar…

Navegar é para mim toda a essência
Que faz de um homem, um homem.
Tantos que, como eu, vãos por excelência
Nunca sabem porque morrem.

Álvaro de Magalhães – 18:18 – 14-08-2013

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