O que daí vem


Vêm, ali ao fundo, imensas correntes
Que me hão-de levar para o outro lado,
Porto de todos os meus entes,
Porto de tudo o que tenho sonhado...

O sentimento está indefinido por agora.
Sinto estar entre as marés distantes de amar a vida
E os ventos fortes de querer estar de partida.
Talvez seja a minha hora...

Acenam-me e dão-me toda a esperança que um homem pode ter.
Abrem o coração, deixam que ele sonhe com tudo o que quiser.
Mas qual será o destino de amar
Se eu sinto que me estou a afastar?

Álvaro Machado - 22:32 - 11-12-2013

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