Lapso fragmentário


estado bruto e cru
aquém profundas crenças
sóbria dialéctica encaixilhada
ao mundo aonde girámos

estremece defronte o baco
nos navios saudosos doutro tempo
lágrimas, heroísmos disfarçados
commumente a história escreveram

mas onde, ó barcas infinitas?
nas memórias trazidas ao peito pálido,
nos desesperos repartidos ao vácuo da humanidade?
que crer? e por quem?


Álvaro Machado - 18h37 - 16.07.2017

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