O tanto da vida!
Quem me dera que eu pudesse explicar
O tanto que sinto quando estou a fitar
Uma ave pelo céu a voar,
Poder dizer-vos a liberdade que existe
No eu conseguir os limites ultrapassar
Só com o sentir de um olhar.
Quem me dera que pudessem acreditar Naquilo que a nossa alma consegue sentir! Se tu existes, e se por acaso aí em cima estas a observar, Vê bem como o nosso coração ultrapassa as fronteiras Que tu próprio construíste como barreiras Ao nosso dizer que sabe o que é amar.
Tenho tanto aqui dentro, meu e não meu, Que construo a cada dia como uma grande obra de arte Se ficará no segredo, será também teu, O não sei, são coisas que só a vida ainda percebeu. Cabe-me escrever isto, antes que a nau desembarque.
Um dia, será que alguém os meus sentimentos leu?...
Álvaro Machado – 22:13 – 08-02-2014
Quem me dera que pudessem acreditar Naquilo que a nossa alma consegue sentir! Se tu existes, e se por acaso aí em cima estas a observar, Vê bem como o nosso coração ultrapassa as fronteiras Que tu próprio construíste como barreiras Ao nosso dizer que sabe o que é amar.
Tenho tanto aqui dentro, meu e não meu, Que construo a cada dia como uma grande obra de arte Se ficará no segredo, será também teu, O não sei, são coisas que só a vida ainda percebeu. Cabe-me escrever isto, antes que a nau desembarque.
Um dia, será que alguém os meus sentimentos leu?...
Álvaro Machado – 22:13 – 08-02-2014