Porquê?
Mundo que me rodeias
Porque me levas por
esse lado?
Eu não queria estar
sentado
Preso por entre as
paredes
A receber a mágoa do
passado
O presente do nada,
O futuro naufragado...
Queria poder sentar-me contigo Onde arde-se uma fogueira Entre nós, houve-se sentido, luz ao fundo, Que a chama ainda tivesse vida... Mas o que posso eu fazer, para onde hei-de voltar? Todo o meu dia é feito de pequenas coisas E a todas elas eu intensamente consigo amar, Todas únicas e especiais, sofro como elas sofrem...
Então é assim, mundo? Porque me rodeias pelo mal? Se eu só te peço uma fogueira para poder aquecer as mãos, o coração, E um jardim escasso de vida humana, impregnado de sonhos, Para eu poder recitar os meus poemas, escrever os meus sentimentos, Chorar quanto foi meu e não é, quanto eu não consigo ser,
O mal de todos os males é a humanidade, ó mundo!
Álvaro Machado – 16:11 - 15-02-2014
Queria poder sentar-me contigo Onde arde-se uma fogueira Entre nós, houve-se sentido, luz ao fundo, Que a chama ainda tivesse vida... Mas o que posso eu fazer, para onde hei-de voltar? Todo o meu dia é feito de pequenas coisas E a todas elas eu intensamente consigo amar, Todas únicas e especiais, sofro como elas sofrem...
Então é assim, mundo? Porque me rodeias pelo mal? Se eu só te peço uma fogueira para poder aquecer as mãos, o coração, E um jardim escasso de vida humana, impregnado de sonhos, Para eu poder recitar os meus poemas, escrever os meus sentimentos, Chorar quanto foi meu e não é, quanto eu não consigo ser,
O mal de todos os males é a humanidade, ó mundo!
Álvaro Machado – 16:11 - 15-02-2014