Diálogo estrelar
Sabes que me sinto sozinho
Quando em minha volta a terra está árida?
O que me faz logo depois questionar,
Se será a terra ou as pessoas
Esta falta de sentimento no ar...
Sabes que esta noite deixa-me sozinho
Só entre as estrelas, únicas interpretes verdadeiras do que sinto,
É que o meu sonho continua a mover-se e a girar continuamente
Numa espécie da translação anarquista
Para o sentimento inócuo.
E sabes também que eu detenho um amor pela vida
Um tanto diferente, e talvez um tanto superior,
Do que estes alheios corações que vociferam com desejo incontido
A eternidade, a luxuria, a ostentação, a invencibilidade, o império...
Não quero ser assim, sabes?
Sei lá eu o que quero ser; sei, em todo o caso, que amo viver assim
- Com a natureza e sem regras, com a liberdade e com sentimentos,
Com o constante desejo de descortinar o segredo estagnado na noite estrelar...
Sei lá eu quem me sinto! Sei lá eu o que sou! Sei lá eu o que é tudo isto,
Toda a dimensão esta que não mo diz!
Mas sabes... eu não sou infeliz a…
Quando em minha volta a terra está árida?
O que me faz logo depois questionar,
Se será a terra ou as pessoas
Esta falta de sentimento no ar...
Sabes que esta noite deixa-me sozinho
Só entre as estrelas, únicas interpretes verdadeiras do que sinto,
É que o meu sonho continua a mover-se e a girar continuamente
Numa espécie da translação anarquista
Para o sentimento inócuo.
E sabes também que eu detenho um amor pela vida
Um tanto diferente, e talvez um tanto superior,
Do que estes alheios corações que vociferam com desejo incontido
A eternidade, a luxuria, a ostentação, a invencibilidade, o império...
Não quero ser assim, sabes?
Sei lá eu o que quero ser; sei, em todo o caso, que amo viver assim
- Com a natureza e sem regras, com a liberdade e com sentimentos,
Com o constante desejo de descortinar o segredo estagnado na noite estrelar...
Sei lá eu quem me sinto! Sei lá eu o que sou! Sei lá eu o que é tudo isto,
Toda a dimensão esta que não mo diz!
Mas sabes... eu não sou infeliz a…