O Banqueiro Anarquista


Defendia a anarquia como elo mais forte
Com cachimbo castanho de pó indiano
Apaziguado por guerras intermináveis
Porém estava firme, de certezas certas
Passava então pelas janelas entreabertas
E entre o intervalo da janela e da alma
Caminhava a solidão do velho homem
Brisa do mar. Vento consolado pela calma
Figurava-se a figura de outrem
O velho banqueiro anarquista, sem conhecer a sorte
Escreveu uma parábola. Defendia direitos invioláveis
Lutara a sua vida contra a tirania
E acabara com ela?

Álvaro Machado 

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