A voz…




É a voz, sei que é a sua voz,
Amarga na ocasião,
No deleite de um trovão,
A voz escutada ente a nós
É a solidão...

A chuva e os trovões são o sinal
Que lá em cima têm passado mal.
Deus bebe um cálice de vinho
E começa a meditar sozinho
Por que razão nada é igual...

Sete candelabros de ouro fulgem.
Deus ergue-se e nega a luz
A este dia e aos que chorem´
A curta passagem até à cruz…
(Outros tantos morrem!...)

Álvaro Machado – 18:25 – 31-03-2013

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