Desvanecido

Esqueço e deixo-me perdido!
Viajo louco e desvanecido;
Entre uma sonolência,
Repleta de excelência.

Tão banal está.. mundo desigual
Onde novos vêm-se velhos,
E trocam o conhecimento por fúteis espelhos
Enfim! Luz de fundo sem final.

Há ciclos úteis na inutilidade de os ser
E sulfurosas cartas ancestrais,
Brilham teus lassos sais.
Ó razão do conhecer...

Precipito o cachimbo ao suicídio,
Ele berra de dor o silêncio da vida.
Que inocência no fundo do corredor, o acrídio,
Na vanguarda perdida.

De repente, deixo de ter,
Apoplexia - quase a morrer -
Deambulando até ao fim,
Correria ao festim!
Alberto de Régio - 15:42 - 26-04-2012

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