Paz.


Não sei. Começo por escrever que não sei
Às coisas do universo o que não sei saber.
Mantenho-me então no desconhecido,
Mantenho-me distante, só, para mim…

Talvez numa lua e num silêncio cerrado
Possa ouvir as outras almas
Que já do outro lado, depois da vida,
Têm paz.

A minha vela. Um dia há-de ser feliz.
Ao amanhecer virá busca-la um barco…
Um barco pequeno para o outro lado
- Esse lado que sonho, que existe e eu sei que existe.

E eu disto nada sei.

Álvaro Machado – 00:24 – 03-01-2013

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