Segundo de diversão


Quando te senti perto e te achei minha
Isso não era mais que ilusão...
Despedaças-te o segundo de diversão
Que tive ao cantar-te esta coisa minha...

Crescendo nas mais variadas formas de rir,
Acariciando cada momento que me tinhas p'ra dar
Sempre feliz, com o pulmão cheio de ar,
Quis contigo também ir...

E sangue fora derramado inconscientemente
Por teres sido o que há em mim...
Agora só resta a voz e a canção descontente
E sabes: tudo tem um fim!

Resta esperar sentado na jaspe fria
Que o sol luze e aquece
Resta esperar-te à luz do dia
Que sozinho esquece...

Álvaro Machado - 23:30 - 18-10-2012

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Da outra margem!

Jorge de Sena - Uma pequenina luz bruxuleante

de folha em folha, tudo cai vão