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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Pequena Cherbourg

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Sublime jardim

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Lua solitária

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Manhã do rio

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Hipótese intercalada de estar e de não-estar Vento lutuoso nas manhãs brumosas Junto ao rio, e quando vê-lo é passar Das horas frias às horas calorosas, Não sei para onde me olhar...
Sei que o vento move um silêncio eterno, E elas movem a razão de o ser... Gotas caídas pelo fusco de estar a chover, De não haver mais frio de inverno, E só a paisagem deixando acontecer...
Averno subtil e pausado do orvalho estagnado, Cantaria fúnebre delas sentenciadas ao fim, Raio de sol suprimido e ritmo dócil cessado... E nem saber se há um raio de sol iluminado Que se lembre de mim...
E a paisagem há-de continuar paisagem, Assim como o vento será eterno vento! E a água que escorre pára num momento Em que finda isto e a sublime viagem! (Estando ou não, lamento...)
Álvaro Machado – 20:14 – 27-11-2012

Manifesto

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Fugir de tudo

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